TECNOLOGIA DO AR E MEIO AMBIENTE
Separadores de Névoa de Óleo e Emulsão

Especificamente projetados para a exaustão e separação de névoa de óleo e de névoa de emulsão, geradas em máquinas operatrizes de alta produção e precisão, principalmente em processos de usinagem. Permite a recuperação da emulsão e do óleo, retornando-os para o sistema de refrigeração e/ou lubrificação.

Por que Separadores BERNAUER®?
  • Praticamente isento de manutenção e de remoção de resíduos, devido a sua integração ao sistema de recuperação da emulsão ou do óleo.
  • Execução robusta, carcaça de construção estanque.
  • Construção modular.
  • Sistema automático de lavagem e retorno dos condensados.
  • Valores de emissão variando de 0,5 a 5,0 mg/Nm³, em função da quantidade de emulsão ou do óleo evaporado.



Névoa de Emulsão (ENA)

O Névoas de Emulsão (ENA) é para um largo espectro de gotículas equipado com separador de impacto, homogeneizador do fluxo de ar, eliminador de gotas (Demisters) e estágio de filtragem final. Descrição Técnica

Tipo ENA1.0 V 2.5/2.5V 5.0/5.0V 10.0/10.0V 15.0/15.0V 30.0 45.0
Volume m³/h 1.000 2.500 5.000 10.000 15.000 30.000 45.000
Potência Motor (HP) 1,0 3,0 5,0 10,0 20,0
1. Execução V (= Ventilador incorporado ao separador)

Os gases saturados com névoas entram na antecâmara pelo bocal de entrada. Gotículas maiores de líquido, bem como cavacos pequenos, eventualmente arrastados são separados pelo impacto e pelo desvio brusco de 180° do fluxo de gás, caindo diretamente no reservatório. Em seguida os gases atravessam o homogeneizador de fluxo que também é o primeiro estágio de filtragem, onde são retidas as gotículas maiores. No estágio final de filtragem ocorre a retenção das frações menores, com altíssima eficiência. As gotículas de névoa acumuladas no Demister aglomeram-se, formando gotas maiores caindo por gravidade no reservatório. A descarga de emulsão assim coletada é feita continuamente através de sifão e, normalmente conduzida a um sistema de recuperação de emulsão. Acima do Demister encontram-se instalados os bicos-spray do sistema de lavagem automática. Em função do tempo de operação ou após cada desligamento, o sistema de lavagem é automaticamente acionado. Por meio da água injetada são removidas sujeiras eventualmente acumuladas. A quantidade de água de lavagem é relativamente pequena e normalmente retorna para a central de recuperação de emulsão. A concentração de emulsão deverá ser controlada e eventualmente corrigida em função do número de lavagens. Os Demisters poderão ser facilmente verificados através das portas de inspeção.

Névoa de Óleo (ONA)

O modelo de Névoa de Óleo (ONA) é um separador de multiestágio para coleta de névoa de óleo dotado de antecâmara de homogeneização, duplo estágio de filtragem, separador de gotas (Demisters) especiais e autolimpantes. Gerenciamento constante de pressão diferencial do separador, possibilitando automação completa com toda linha de máquinas operatrizes.

Descrição Técnica
TIPO ONA2.5/2.5V 4.5/4.5V 9.0/9.0V14.0/14.0V 18.0/18.0V
Volume m³/h 2.500 4.000 9.000 14.00018.000
Potência Motor (HP) 4,0 7,5 15,0 20,0 30,0


O ar ou gás saturado com névoa de óleo, entrando no separador, segue para a câmara de homogeneização onde ocorre a pré-separação das gotículas de óleo e cavacos eventualmente arrastados pelo fluxo de ar. Na fase de coalizão molecular, ou primeiro estágio de filtragem, o fluxo de gases e as partículas de névoa de óleo aglomeram-se e agregam-se às partículas de óleo pulverizadas sobre o Demister. Esta pulverização pode ser comandada automaticamente por pressostato diferencial, ou manualmente através de coluna de tubo em "u", com atuação de operadores. Neste estágio, as gotículas aglomeradas, portanto com dimensões maiores, gotejam para uma bandeja de onde são drenadas do separador e conduzidas para a rede de coleta de óleo. No segundo estágio de filtragem são separadas as gotículas menores que não foram retidas no primeiro Demister. Como no primeiro estágio, a névoa separada e coalizada goteja na bandeja para então ser drenada do separador. Dependendo da aplicação a drenagem deverá ser feita ou por meio de um sifão conectado à rede de coleta de óleo, ou em recipientes herméticos conectados ao dreno. Os diversos estágios de filtragem devem ser inspecionados e controlados por meio das portas de acesso instaladas no separador. Caso haja necessidade de limpeza dos Demisters, basta retirá-los e, com jatos de água quente, á alta pressão, torná-los absolutamente recuperados e novamente prontos para uso. O ventilador para promover a exaustão poderá ser integrado ao separador ou instalado nas proximidades e interligado por dutos. A descarga do ar limpo poderá ser diretamente no ambiente ou conduzido a uma chaminé e descarregado na atmosfera.

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